verbalizando.

balelas, verdades, escritas aleatórias e afins. obrigado.



Quinta-feira, Agosto 23, 2007

razões

oi, meu nome é kauê e eu não atualizo essa bagaça há séculos. bite me.

razão 1: então, posts esporádicos porque eu acho que ninguém lê isso aqui.
razão 2: quando tento escrever algo pra jogar no blog, os textos sempre saem uma merda, fato.
razão 3: nada que eu me proponho a fazer vai para frente, talvez porque eu "desista fácil", porventura estou sofrendo do "mal de Hades", onde tudo que toco vira uma grande bosta ou deteriora.
razão 4: a faculdade me consome, ou seja, não tenho tempo para aleatoriedades.
razão 5:
razão 6: aham. acho que é isso.

e se você, amigo blogueiro/escritor, vem enfrentando a mesma fase que eu, se fode aê!

bacciomichiama.

postado por: oliveira, kauê. 3:26 PM



Segunda-feira, Maio 14, 2007

da série: "conversas sadias" (em tiopes, rs)

(na academia)

notrissionizta: tiop,,, tö obeza falei rere
el: täh lolka menian?///? täh lolka?//BARRA? vossë ëh gatchenia i moito goztoza rsrs
notrissionista: o_o q
el: brinks rs moito brinskalaum el aeaeaea
notrissionizta: menine, kze fikay puat ago¨räh kumtigu!111! RS

postado por: oliveira, kauê. 11:59 AM



da série: "obrigado, amigo orkut"

ORKUT diz: Você é observador e analítico por natureza.

*
obrigado, amigo orkut.

então, meu povo, o meu perfil deixado no post abaixo também já foi hackeado e devidamente deletado. sim, tenho fãs loucos espalhados pelo orkut, tão insanos ao ponto de não permitirem que seu ídolo (no caso, eu) tenha um profile a disposição da massa. sempre muito franco eu.

novo perfil: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=16941814837134914756

caso meu profile seja deletado pela terceira vez, um aviso: livro dos recordes, aí vou eu!

beijospegaeu.

postado por: oliveira, kauê. 11:35 AM



Domingo, Abril 15, 2007

publicidade e propaganda

novo orkut: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=8142353547761286287

adicionem-me, brotos.

postado por: oliveira, kauê. 4:38 PM



Sábado, Abril 14, 2007

salve. salve. não, o blogger não morreu, tampouco moi (para a infelicidade de alguns). gente, que mania chata essa das pessoas confundirem ausência com falência. o fato de eu não postar neste blogger todo dia, não quer dizer que o larguei para sempre, deixando assim mais um projeto para trás. sim, não só encaro esse espaço como um divertimento/passatempo, mas também como um local onde posso aperfeiçoar minha escrita e compartilhar idéias. logo, não pretendo abandonar isso aqui tão cedo, só se obrigações extremamente relevantes falarem mais alto e, por conseqüência, me fazerem recuar de meu intento inicial. é, felizmente - ou não? - aquele espírito kamikaze de outrora desprendeu-se do meu corpo.

como queria ter de volta aquela disponibilidade - e paciência, vos confesso - para postar com grande freqüência no blogger, fotolog e, principalmente, nos fóruns de interpretação, fóruns estes de que tanto amo. vejo no RPG a possibilidade de transmitir tudo aquilo de legal que aprendi por anos no teatro. Construir, dar vida, corpo e forma a personagens que, dependendo do apelo emocional das mesmas, fazem o público se envolver e até torcer para que suas histórias tenham um final feliz, como se elas de fato existissem, fossem dotadas de matéria humana. é tão mágico poder através de seus textos, fazer indivíduos se emocionarem, rirem e curtirem contigo, devaneios que num determinado dia foram passados para uma simples folha de papel (no meu caso, word, rs) - quem é escritor sabe do que estou falando. essas respostas positivas são gratificantes deveras, ainda mais quando se faz uma trama sem grandes pretensões.

mas, entre o sucesso da minha carreira profissional e um gostoso hobbie, optei pelo primeiro. a carga de trabalhos e provas da minha faculdade está pesada em demasia, e é de suma importância que eu me dedique em totalidade agora, para que eu possa mais a frente vir a colher bons e lucrativos frutos. sei que um específico grupo da internet está em festa com essa notícia. juro poder ver as champagne e canapés de segunda serem servidos loucamente numa celebração de decoração démodé. gentalhas comemorando o meu sumiço com comida de valor duvidoso entranhada pelos dentes. os odeio? não, tenho dó. Pode soar arrogante da minha parte grafar isto, porém já passei maus bocados devido à vitrine de vaidades e recalques que alguns carregam por esse mundo virtual.

Por fim, digo uma vez mais que não estarei largando isto daqui jamais, no entanto, minhas visitas serão um pouco esporádicas. aos que já estavam alegres, por acharem que eu nunca mais voltaria, recomendo intensas seções com seus psicanalistas de padaria ou alugar filmecos de terror trash - garantia certa de ótimas risadas. E, se porventura, não conseguirem recolher suas invejas e frustrações, só me resta BRADAR...

postado por: oliveira, kauê. 5:27 PM



viagem à araruama foi ótima. pena que a rave não rolou. sem mais.

nota: ainda farei mais um post hoje. relatando sobre minha ausência e os possíveis achismos de que larguei o blogger por parte do povão.

bacciomichiama.

postado por: oliveira, kauê. 4:10 PM



Quarta-feira, Abril 04, 2007


beijomeliga.


gente, estarei ausente pela semana santa. viajando. se bater aquela saudade (fato), liguem-me.

postado por: oliveira, kauê. 2:00 AM



Sexta-feira, Março 23, 2007

da série: "frases absurdamente fodas"

me mata essa vontade de querer tomar você num gole só.

(digitais - isabella taviani)

postado por: oliveira, kauê. 9:32 PM



Segunda-feira, Março 19, 2007

o texto abaixo também é de minha autoria. relata fragmentos da história de uma jovem mutante que enfrentara durante a adolescência, sérios problemas com seus pais. sem mais delongas, vejam vocês mesmos.

*

O tempo é de viver. E eu luto insistentemente a fim de dissipar memórias deploráveis que me direcionam a um cárcere moral e emocional. Tendo, neste instante, uma de minhas mãos sobre o vidro dessa não tão mais límpida janela de meu quarto, vejo minha vida correr ligeira no furtivo balanço das horas e ainda sim, nada tento fazer. Os desavisados, certamente estigmatizariam-me como uma dondoca que aceita viver sob essas condições apáticas e pouco louváveis, no fútil intuito de não gerar alardes e desconfortos, mantendo assim uma relação pacifica com meu pai e, conseqüentemente, preservando luxos que em nada me acrescentam como ser humano.

Acredito que princípios como dignidade e benevolência são de fato as ferramentas para a construção de um novo mundo, exacerbadamente mais honesto e justo. Apesar de que esses conceitos são extremamente subjetivos e variam de acordo com a óptica de cada um. Mas é assim que penso, levando um cotidiano pautado nesta minha impressão. O problema é que indiretamente, meus discursos, meus valores, andam de uns tempos para cá, soando paradoxo. Se viso tanto o bem-estar e uma maior harmonia entre os indivíduos, por que não travo uma conversa franca com meu pai, perguntando-lhe como pôde se sujeitar anos a fio aos destratos de minha mãe em detrimento da nossa felicidade?

Não. Eu não quero julgá-lo, tampouco colocá-lo numa situação de impasse. Porém uma força estranha brada em meu íntimo, uma vibração única que pede por explicações. Sinto que, sabendo enfim o motivo pelo qual nos distanciamos no campo sentimental de uma relação pai-e-filha, eu poderei dizer então que não guardo mais mágoas de um passado esquecível e estarei também sanando todas as minhas dívidas para comigo mesma. Quero de modo demasiado poder encarar a face do meu progenitor sem falta ou receio algum. Porque de alguma forma, papai teve sim sua parcela de culpa na nossa segregação. E, ter uma relação extremamente amigável com ele hoje, é como compactuar com seu infeliz logro.

Livre é o orvalho que rola sobre o verde. Invejo-o. Venho me encontrando um tanto estafada com essas numerosas atribulações. Triste também, afinal, não tenho me socializado como antigamente. Passageiras trocas de amenidades e breves entretenimentos, tudo em meu convívio tem se limitado a isso. Cheguei a achar graça pela manhã do bate-papo que tive com Emma. Foram tantos assuntos e pedidos que me peguei pensando sem querer que aquela conversa estava demorando mais do que o habitual. A diretora provavelmente deve estar colocando minha sanidade em questão. Não conseguia abafar as risadas involuntárias de maneira alguma.

Mirando-me no espelho, ao passo que realço meus cílios, vejo uma Mirella descontentada. Poderia iniciar uma série de discursos indiretos livres endeusando-me, com o frívolo objetivo de levantar meu ânimo. Mas não. Isso definitivamente não faz o meu feitio. Talvez os novos ares provenientes da proposta feita por Emma, aumentariam minha auto-estima, dizimando com todo o marasmo que vem me circundando incisivamente. Acabar com os planos de um grupo mal-intencionado e alicerces ímpares da sustentação da violência nessa cidade, me proporciona uma sensação prazerosa. Boas ações, bons frutos. Sorrio satisfeita, abandonando o aposento.

Não gosto de voltar olhares para mim, e vos confesso que fico encabulada quando o faço. Ao tempo que passava pelo corredor já com meus dois colegas de equipe que me auxiliariam na missão, ouço suspiros e burburinhos quanto a minha beleza. Abomino extravagâncias. Prova disso são minhas maquiagens suaves e vestidos comportados. Entretanto, consigo ainda sim fazer sucesso. E eu que jurava que a naturalidade de nada valia nesse mundo onde o glamour e o esplendoroso brilham magnânimos. Porventura há também toda aquela fantasia de levar uma lésbica para cama e eu sendo uma...

Perder tempo agora seria uma falácia gravíssima, decidimos por hora dar uma acelerada com o carro para tentarmos chegar antes dos indivíduos ardilosos e assim preparar terreno. Por sorte, os sonhos de Emma sempre eram precisos. Dizendo local, momento e pessoas envolvidas com exatidão impressionante - e assustadora até. As riquezas de detalhes com a qual a diretora do Instituto narra seus presságios é quase sobre-humana, assim como seu gene. Seus ouvintes geralmente ficam perplexos. Nova Iorque encontrava-se em polvorosa, as lojas espelhadas pelas ruas lotavam de maneira absurda. Estava circunspecta, eu nada dizia dentro do veículo.

Acompanhar toda aquela movimentação não fazia-me espairecer sequer por um minuto. Fui abatida por uma apreensão cruel e repentina. Não era falta de senso e confiança dando as caras. Sei que sou ótima no que faço e do leque de opções que minha habilidade mutante oferece. Meu maior medo mesmo é que saiam machucados esses dois belos jovens que brevemente me ajudarão na tarefa, quiçá fico incomodada só de imaginar que um outrem que não tenha ligação alguma com essa história fique ferido. O carro é estacionado de qualquer jeito frente à feira de utilidades. Civis já abandonavam o local em disparada. Mau sinal!

Trabalhar com pessoas sapientes e nada oligofrênicas era magnífico. Não era necessário aplicar coordenadas e nem chamados, todos entenderam seus papéis ali somente em analisar de modo fugaz a situação. Entre os membros da Irmandade, existia um que neste momento disparava fogo por toda uma ala do evento. Seria começado ali um incêndio. Nada precisou ser dito. Jack, um grande amigo que tem como técnica controlar a água, fora resolver esse problema. Quanto a Stuart, o famoso invulnerável, não o vi mais. Acabava de ser envolvida por um homem com o dom da multiplicação. Fico ofegante de pronto, mas ao fechar os olhos e abri-los num piscar, é emanada uma intensa rajada de luz que cegara o alvo e detonara suas cópias, fazendo-o cair atordoado sobre o chão.

A indignação subiu-me a cabeça, quando vi uma fedelha judiar de uma senhora de idade, assaltando-a. Fui pegá-la pelos cabelos, queria unhá-la. Contudo, como num passe de mágica ela desapareceu, se massificando por trás de mim. A garota se teletransportara. Minha ira já se encontrava tamanha, decidi usar de toda a gritaria que ecoava no ambiente devido ao pânico das pessoas e fechar esta jovem num clarão sem-igual, minhas mãos liberaram um profusivo fluxo de luminosidade, que envolvera a garota de maneira desmedida. Foi hilário vê-la não saber para qual lugar migrar com sua magia agora inútil.

Só pude perceber que certamente tomaria uma brusca pancada na cabeça por uma barra de metal criada por outro mutante, quando Stuart derrubou ligeiro meu possível agressor, sobre a moça que ainda procurava uma saída em meio a tanta luz. A "pobre coitada" encontrava-se inofensiva. E eu cansada, assumo. Ao longe vinha Jack arrastando o membro que conseguira atear fogo em três stands da exposição, mas por sorte ninguém saiu com graves danos. O princípio de incêndio fora abafado e a Irmandade derrotada sobre o chão, junto com suas frustradas tentativas de estripulias.

Abraço meus amigos em agradecimento. A polícia e os fotógrafos já invadiam o local. Amanhã vamos a delegacia prestar depoimento. - soltei, tomando a palavra - Hoje não temos condições para tal, desculpem-nos. E abandonamos o espaço, em que as pessoas agora respiravam aliviadas. Não tranqüila mesmo, tão-somente eu. Preciso resolver o mais depressa possível meu relacionamento com meu pai. Um homem bom, virtuoso. Eu sei. Eu sei. Hoje à noite eu saio. Quero dançar, tentar esquecer nem que por simplórios instantes esse meu dilema que parece infindável. Em vista dos fatos, essas ferramentas de escapismo é que me mantêm de pé. Quebrar o ócio eu já consegui. É, vamos ver no que vai dar. Dados rolados, a sorte está lançada!

(kauê miseli de oliveira)

postado por: oliveira, kauê. 1:14 AM



Sexta-feira, Março 16, 2007

do apogeu...

veio ele andando moribundo
trocava as pernas, insensato
era ruim com as palavras
e ainda sim achava que podia enganar
ludibriava um, dois até
há pessoas que gostam de cair no conto do vigário
vide o ramalho, o senhor do boteco
mas aquele que antes estava no ostracismo,
não era de todo mal
insistiu tanto, que ganhara o emprego
hoje era homem digno, trabalhador
triplicou às vendas, deixando seu ramalho feliz
o bar vira restaurante, de balconista à sócio
olha como aquele homem pelo qual ninguém dava nada cresceu
ramalho morre, a idade acaba-o levando de vez ao firmamento
o em outrora vagabundo torna-se dono total, após chorar lágrimas sinceras
pleno, disposto, astuto, esperto, articulado, ora profano, ora sagrado, completo...

(...) a ascensão.

(kauê miseli de oliveira - 16/03/2007)

postado por: oliveira, kauê. 1:03 AM



Terça-feira, Março 13, 2007

da série: "rumando para a faculdade"

vendedor: boa tarde, senhoras e senhores, desculpa interromper ae o silêncio da sua viagem. aqui trazendo as deliciosa balas supra-sumo, um ótimo passa-tempo durante a sua viagem (nota do bloggueiro: repetição desnecessária da palavra "viagem"). ae, vou passando com umas amostra grátis pra vocês. fiquem de boa, é sem compromisso, hein?!

kauê oliveira: ¬¬³ *tentando estudar loucamente cultura brasileira durante o percursso*

vendedor: *vira-se para moi* vai uma bala ae, "nem"?!

kauê oliveira super simpático: não, "colega"! ò_ó

*

nem = acabou com meu dia.

postado por: oliveira, kauê. 1:52 AM



Sábado, Março 10, 2007

eu só quero poder um dia abraçar alguém com vontade e verdade. e poder mostrar com atos o que uma boca diz fácil. amar, verbo intransitivo.

postado por: oliveira, kauê. 12:03 AM



Sexta-feira, Março 02, 2007

há que estou fadado? sucesso ou fracasso? vá saber. sigo então nessa louca dança.

postado por: oliveira, kauê. 6:01 PM



Segunda-feira, Fevereiro 26, 2007

da série: "conversas sadias"

     .     k a u ê m i s e l i diz:
faz uma facul particular
     .     k a u ê m i s e l i diz:
boa
     .     k a u ê m i s e l i diz:
FACHA
     .     k a u ê m i s e l i diz:
hahaha
           Alvarow             diz:
to esperando a reclassificação ainda
           Alvarow             diz:
tem 8 na minha frente
           Alvarow             diz:
dia 6 sai
     .     k a u ê m i s e l i diz:
hum
     .     k a u ê m i s e l i diz:
;x
           Alvarow             diz:
dia 6 e dia 15
           Alvarow             diz:
é super provavel que eu entre
           Alvarow             diz:
se eu não entrar eu me jogo de um prédio ou coisa assim
     .     k a u ê m i s e l i diz:
ah sim :]
     .     k a u ê m i s e l i diz:
hahaha
           Alvarow             diz:
você vai no meu enterro né? =]
    
     .     k a u ê m i s e l i diz:
sim. acompanhado de cinco mulheres carpideiras para dar mais ênfase ao lamento.

postado por: oliveira, kauê. 4:56 PM



irislaine stefanelli wannabe

oi. meu nome é kauê e eu tenho coração bão.

postado por: oliveira, kauê. 3:09 PM




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